quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Passeio em video do Scoty


O Passeio do Scoty


Scoty é um bonito cão da raça Boxer, de oito anos. Bem dócil, apesar de não ser o que as pessoas pensam ao vê-lo na rua , pq ele é atento a tudo o tempo todo. Nos passeios  tem aprendido a ficar mais calmo, e um tanto relaxado. Adora tomar água na garrafa plástica que é só dele! Caminhamos por uns 30 minutos, chegamos a uma praça bem espaçosa, procuramos uma sombra ele descansa um pouco, e fica só apreciando o movimento, olhando os cachorrinhos pequenos saltitarem como petiscos ao longe! ahahahahahah. Na volta, completa o bom exercicío que faz e descansa o dia todo!               
Fizemos esse singelo video para o papai Leandro e a titia Raffaella que estão lá nos "United States"  morrendo de saudades do Scotão!





Em tempo quero acrescentar que melhorarei a qualidade do video, da imagem, e principalmente do audio! Acho que tudo né? ahahahahahaha.
Me aguardem!!!  Abraços Vera Waroquiers

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Hulk, Mel e Brick

NOVOS AMIGOS DA DOG STREET

O HULK   raça:  Kuvasz
o BRIK     raça: a prince of the streets
e a MEL    raça: a princess of the streets

Hoje fomos conhecer mais três amigos que vamos passear juntos, moram na mesma casa, porém não dividem o mesmo espaço. A razão disso é um adoravel e gigante cão da raça Kuvasz, o nome dele é Hulk. Tranquilo, dócil e "branco", seu enorme tamanho requer um espaço só seu e tratamento especial, coisa que o fazem muito bem seus proprietários. Hoje só tirei essa fotinho dele porque estamos nos conhecendo mas com o tempo colocarei mais. Porém os festeiros Brik e Mel não perderam a oportunidade, já sairam conosco pra fazer o primeiro passeio e ja posso dizer que nos demos muito bem. Então aí vai um pequeno ensaio deles!


O HULK, um "urso polar", lindo e dócil!





O PASSEIO COM A MEL E O BRIK




Aqui aproveito e coloco umas informaçoes sobre a raça Kuvasz, afinal não é todo dia que se vê um lindo cão como ele.!

 kuvasz[Nota] é uma raça de cão pastor usada durante anos como guarda de rebanhos de ovelhas. Acredita-se que ele se escondia entre as ovelhas e, por ter o pelo muito parecido com o delas, enganava predadores, o que permitia o ataque surpresa. Este canino é descendente de raças originárias do Tibet e seu nome deriva do turco kawasz, que significa "guarda armada dos nobres". Os cães desta raça são descritos como fortes, grandes e detentores uma pelagem dupla de ondulada a lisa e branca. Sua aparência é ainda classificada como agradável aos olhos, que irradia nobreza e força. Foi usado durante séculos como guarda de rebanhos, protegendo-os de lobos e ursos, e como companhia.[1]
Chamado de guarda excepcional, adquiriu este adjetivo devido a sua iniciativa, já que é capaz de agir sem receber instruções. Suas estruturas óssea e muscular são fortes e delgadas e suas articulações revelam contornos bem delineados. Sua personalidade é dita devotada, leal, determinada e de temperamento bastante equilibrado. Apesar de alerta, é um animal que tem por preferência não latir. Entre suas principais características psicológicas está o fato de, para ser um cão de guarda, não precisar de adestramento. Já entre as físicas, está a sua pelagem, que é descrita como auto-limpante. De porte grande, pode atingir os 75 cm e pesar 62 kg.[2][3]


http://pt.wikipedia.org/wiki/Kuvasz

 

domingo, 18 de setembro de 2011

No japão video de 13 cães pulando corda.

Sorria vendo 13 cães pulando corda ao mesmo tempo




Uchida Geinousha e seus 13 cachorros agora têm o recorde mundial de adestrador com o maior número de cães pulando corda. E vê-los pulando é incrível!
Geinousha comanda o Super Wan Wan Circus, do Japão, e descobriu as habilidades dos caninos pularem corda quando um poodle curioso começou a pular com Geinousha e o adestrador Kaoru. A dupla treinou os outros cães a pularem corda, e agora isto faz parte da diversão de rotina deles. [Guinness World Records via Laughing Squid]

domingo, 11 de setembro de 2011

Resgate de animais silvestres em área urbana

Quem resgata os animais silvestres em área urbana?
11 de setembro de 2011


Frequentemente, moradores do Tarumã se deparam com sauins e preguiças (Arquivo/Ac)


Que a expansão desordenada de Manaus (AM), principalmente nas zonas Norte, Leste e Oeste, e a redução das áreas verdes no perímetro urbano vem provocando uma “fuga em massa” de animais silvestres desses fragmentos florestais dentro da cidade, não há dúvidas. Segundo especialistas, isso acontece há mais de uma década.

Mas essa expansão urbana também reflete em um outro problema, que muitas vezes deixa a população sem saber o que fazer: o resgate desses animais silvestres em situação de risco.

A cada dia, relatos de moradores que se depararam com preguiças, cobras, tucanos e até exemplares do ameaçado sauim-de-coleira (sauim-de-Manaus) nos quintais de casa ou às margens de grandes avenidas, como a do Turismo e a Ayrton Senna, no Tarumã, Zona Oeste, são cada vez mais comuns.

Depois do espanto, a primeira reação de quem se vê de frente com um desses animais fora de seus habitats é perguntar: “E agora?”, indaga a empresária Simone Sales de Almeida, 37, moradora do Tarumã. Pelo menos essa foi a reação dela nas três ocasiões em que encontrou animais silvestres no quintal de casa.

“Mudei há dois anos para o Tarumã, e notei que nesse período o desmatamento cresceu e os animais começaram a aparecer no quintal. Alguns estavam feridos, mas não sabíamos a quem recorrer”, contou.

Simone disse ter tentado ligar para o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) e para o Refúgio Sauim Castanheiras, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), mas não conseguiu contatar as equipes de resgate, por ser final de semana. “Um sauim veio parar no meu quintal e estava com um filhote. Os cachorros acabaram atacando a mãe, que ficou ferida.”

Era final de tarde de sábado e, sem conseguir contato com os órgãos ambientais, Simone decidiu levar os animais até o Refúgio Sauim Castanheiras, que fica do outro lado da cidade, na Zona Leste. Mas no meio do caminho mãe e filhote estavam mortos. “Não sabíamos que é errado capturar os animais nessa situação de estresse. Depois viemos saber que a mãe matou o filho sufocado, dentro da caixa em que estavam, provavelmente por estresse e medo.”

E Simone tinha razão, segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), Paulo Carneiro. De acordo com ele, animais silvestres não devem ser capturados por pessoas não capacitadas, para evitar lesões, estresses e até a morte dos animais. “Sem falar no risco que esse contato pode levar, também, às pessoas, que podem ser contaminadas por uma zoonose ou até atacadas pelos animais.”

Segundo o superintendente do Ibama, Mário Lúcio Reis, o Centro de Instrução de Guerra na Selva (Cigs), no São Jorge, Zona Oeste, não pode aceitar animais silvestres resgatados e levados pela população. Reis explicou que o Cigs só recebe animais já cadastrados pelos órgãos ambientais, que são os únicos que podem encaminhá-los para lá. A população deve acionar um dos órgãos ambientais, como Sauim Castanheiras, Ibama ou Batalhão Ambiental da PM.

Fonte: A Crítica

http://www.anda.jor.br/2011/09/11/quem-resgata-os-animais-silvestres-em-area-urbana/

sábado, 10 de setembro de 2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011


Cães que participaram do resgate do 11/9



Foto 4 de 5 - Bretagne e sua dona Denise Corliss, de Cypress, Texas, chegaram em Nova York em 17 de setembro de 2001 e trabalharam durante dez dias no local dos atentados Mais Reprodução/ Daily Mail


Cerca de 100 cães de busca e resgate participaram dos trabalhos nos escombros do World Trade Center, em Nova York, após os atentados de 11 de setembro de 2001. Dez anos depois, apenas 12 desses animais estão vivos. A fotógrafa holandesa Charlotte Dumas, homenageou o trabalho heróico dos cães na série de retratos chamado "Retrieved" .

Dumas atravessou nove Estados dos EUA, do Texas a Maryland, para retratar os cães em seus anos de aposentadoria em suas casas, uma década depois dos atentados.

A maioria dos cães que participaram dos resgates no World Trade Center são labradores e golden retrievers. Em contato com a polícia de Nova York, o corpo de bombeiros e a Agência Federal de Gestão de Emergência, Charlotte descobriu que, dos cerca de 100 cães, apenas 15 estavam vivos no ano passado. Após o trabalho feito em 2010, outros três cães morreram.

'Eles [os cães] estavam lá para as primeiras semanas, eles foram treinados para encontrar pessoas vivas, apesar de que, em última análise, não foi o que aconteceu ", disse Dumas ao jornal britânico "Daily Mail".

"Apesar de os cães não poderem encontrar pessoas ainda vivas,  eles poderiam proporcionar conforto para os bombeiros e equipes de resgate", acrescenta.

"Esses retratos são sobre como o tempo passa, e como estes cães e seus retratos estão oferecendo-nos uma maneira de lidar com as coisas que aconteceram enos ajudando nos fornecendo conforto", disse Dumas.



http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/09/05/fotografa-faz-retratos-dos-caes-que-participaram-do-resgate-das-vitimas-do-119.jhtm?cmpid=facebook